Você realmente se aceita?

Esse é um tema muito abordado pelas gordelicias do mundo inteiro, e esse é o lema da nossa bandeira SE ACEITAR, mas será que realmente aceitação é só para gordas (os)?
A sociedade nos impõe o tempo inteiro a sermos perfeitos, nos forçam a acreditar que podemos ser perfeitos e não podemos isso é fato. Cada vez mais as pessoas se frustram por não conseguirem ser o que se impõe, esquecem a sua essência, e o quanto podem ser felizes se aceitando do jeito que são.
Comigo não foi diferente, foi um longo processo para entender o quão precisava me amar para poder ser feliz em casa, no trabalho, no amor, com os amigos... A cobrança interna era intensa, pedia por um corpo “perfeito” para as pessoas me amarem, aceitarem e conviverem. Até que compreendi, que antes de me amarem, eu precisava me amar muito mais, precisava de um tempo para entender quem realmente sou e quais eram as minhas paixões. Foi a partir desse “estalar de dedos” dados pela minha terapeuta, que superei meus medos e mesmo com medo os enfrentei.

Porque na realidade se amar dá medo, sabe por quê? Porque você descobre que pode fazer tantas coisas que não fazia antes e por mais que sejam simples, dá medo sim. Vem à mente o medo de errar, das pessoas julgarem, de você mesmo se arrepender... Enfim passa muita coisa a cabeça, mas você acaba descobrindo o quão prazeroso é se descobrir, e esse é o impulso que nos faz querer mais e mais.

Mas, porque se aceitar? Reflita nesse texto abaixo e em seguida conversaremos.

“Lutamos pelo nosso espaço social todos os dias. Mas, sem percebermos, deixamos de lutar por nós mesmos, pelo nosso direito de nos sentirmos belas e atraentes em uma sociedade que padroniza e limita toda a beleza emocional, intelectual e física de nós, mulheres. Vamos continuar passivas? Aprender que a beleza está nos olhos de quem vê não advém de uma vontade eufórica da emoção, mas de uma atitude consciente de um Eu determinado a ser tornar o autor da sua própria história.” – Camila Cury

Refletiu? Não é uma “baita” verdade? Então, o papo agora é com você! Aceitação não é apenas uma palavra que roda o mundo plus size, ela reflete na vida das pessoas independente de cor, sexo e peso, ou seja, estamos todos juntos nesse barco, e cabe a você começar a analisar o que lhe deixa presa (o) a esses padrões, porque segui-los se pode ser feliz sem eles? Em cada um de nós existe uma identidade e ela precisa ser lapidada para pôr pra fora a personalidade que consiste em definir gostos e desejos, e ter esse conceito em mente é fundamental para praticar o Amor Próprio.

Certo. Mas, existe alguma dica? A dica é começar das coisas simples, se questionando e respondendo em atitudes. Ex.: Existe algo que gosto muito, mais não uso por vergonha do que as pessoas vão falar. Comece a usar porque você irá gostar, não porque terá uma pessoa para olhar, a não ser você mesmo. Eu, você somos democráticos e porque viver numa ditadura no próprio eu? Mudar, se amar é importante, mas o mais fantástico é fazer isso acontecer. Oks?! Pronta (o) para se Amar? Entenda, você é a peça mais importante desse jogo para estar indefesa. Lute e vença por você!

Autora do texto: Yasmin Ruama

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